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MISAU vacina 700 mil crianças contra pólio, doença que pode causar paralisia infantil

Setecentos mil crianças com idade inferior a cinco anos serão vacinadas contra a poliomielite, a partir de 30 de Janeiro corrente a 04 de Fevereiro próximo, nas províncias da Zambézia, de Nampula e do Niassa.

Segundo o Ministério da Saúde (MISAU), a vacinação surge na sequência de três casos de pólio registados em crianças não vacinadas na comunidade Sinai, área do Centro de Saúde de Malua, que dista a 42 quilómetros da sede do distrito de Molumbo, na Zambézia.

As ocorrências em alusão foram confirmadas no laboratório, no seguimento de uma vigilância de rotina.

Trata-se da “ronda zero” da campanha que “irá abranger 10 distritos da Zambézia, de Nampula e do Niassa”, diz um comunicado daquela instituição do Estado, enviado ao @Verdade.

A vacinação, que visa evitar a “paralisia infantil”, vai abranger os distritos de Molumbo, Gurúè, Ile, Namarroi, Lugela, Milange e Alto-Molócuè (na Zambézia), Cuamba e Mecanhelas (no Niassa) e Malema (em Nampula). Estas duas últimas províncias fazem fronteira com Molumbo, onde foram registados os três casos de pólio.

O MISAU garante que “a vacina contra a pólio é segura, eficaz e protege as crianças contra a paralisia causada pelo vírus da pólio ao longo de toda a sua vida”. Por isso, todas as mães, pais e encarregados de educação devem “deixar as suas crianças com idade inferior a cinco receberem a vacina”.

“A pólio é uma doença provocada por um micróbio que quando atinge o sistema nervoso pode provocar a paralisia das pernas e dos braços. A doença transmite-se por consumo de alimentos ou água contaminada por fezes de uma pessoa com o micróbio da pólio. Também, pode transmitir-se através das mãos sujas contaminadas com fezes de uma pessoa com o micróbio da pólio”, explica o MISAU.

A instituição reitera que a pólio pode ser prevenida cumprindo todas as doses do calendário de vacinação (vacina oral e injectável), lavando sempre as mãos antes de comer ou preparar os alimentos, lavando sempre as mãos depois de usar a latrina ou sanitários e defecando sempre na latrina ou sanitário, bem como enterrar as fezes, na falta de latrina.

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