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Fabrica de cervejas de Nampula traz beneficios

A inauguração, na terça-feira, na cidade de Nampula, da nova fábrica da empresa CDM – Cervejas de Moçambique SA representa uma parceria que se transformou na “levedura que fez fermentar o compromisso de juntos caminharmos até este ponto e depois continuarmos, lado a lado, na etapa subsequente da operação desta unidade fabril”, segundo disse o Presidente da República.

Dirigindo-se aos perto de 300 convidados que participaram na cerimónia inaugural desta terceira fábrica de cervejas da CDM (depois de Maputo e Beira), Armando Emílio Guebuza acrescentou que outros sectores se irão beneficiar com este novo investimento, entre os quais o sector hoteleiro e similar, transportes, entre outros. Por sua vez, Mark Bowman, director-geral da SABMiller, accionista principal da CDM, referiu ter sido escolhida a cidade de Nampula por a sua empresa acreditar no crescimento desta urbe, também chamada capital do Norte.

Revelou, na ocasião, a oferta de 100 000 dólares norte-americanos em apoio à área da saúde pública, através do governo provincial de Nampula. Segundo foi revelado na ocasião, os accionistas da CDM despenderam um total de 65 milhões de dólares norte-americanos na edificação de raiz e apetrechamento desta nova e imponente unidade fabril, com grande parte dos equipamentos, de origem alemã, robotizada. A nova fábrica da CDM emprega directamente 131 moçambicanos e, de forma indirecta, vai proporcionar rendimentos a outras 10 mil pessoas, entre revendedores e outros intervenientes na cadeia de distribuição e consumo nas províncias do Norte do país, nomeadamente Nampula, Cabo Delgado e Niassa.

A fábrica de Nampula tem uma capacidade anual de produzir 430 mil hectolitros de cerveja, o que corresponde a 6,5 milhões de caixas por ano. Na área de enchimento, existe uma linha de garrafas com capacidade para produzir 2000 caixas de cerveja por hora, e uma linha de barris com capacidade de 30 barris por hora. Esta nova unidade fabril da CDM em Nampula produz actualmente cerveja em garrafa das marcas Manica, 2M e Laurentina Preta e a nível de barris a 2M e a Laurentina Preta, que estão a ser distribuídas para o mercado a nível do Norte do país, para além da província central da Zambézia.

A Presidente do Conselho de Administração da CDM, Izidora Faztudo, disse ainda à margem da cerimónia que a existência desta fábrica, para além do contributo para a diminuição da pobreza através da criação de novos postos de trabalho e geração de rendimentos aos intervenientes na distribuição, vai igualmente proporcionar ao Estado maior colecta de impostos, o que significa construção de mais escolas e hospitais para o país.

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