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Ajuda de custo não é segundo salário

O governador Felismino Tocoli está apreensivo com a forma danosa como estão a ser geridos os fundos do erário público nas diferentes instituições do Estado na província de Nampula.

Nas visitas que efectua aos distritos, Tocoli tem procurado inteirar-se dos métodos de aplicação dos fundos públicos, bem como das preocupações que afligem os funcionários do Estado. E uma das inquietações que tem sido levantada relaciona-se com uma alegada má aplicação, por parte de alguns responsáveis sectoriais, da rubrica destinada às ajudas de custo, além da aparente inobservância das normas de pagamento do subsídio de carga horária e de chefia, sobretudo no sector de Educação e Cultura.

Em Nacala-a-Velha e Malema, por exemplo, o mais alto dirigente da província de Nampula foi informado da existência de funcionários que se deslocam aos distritos em missão de serviço, sem qualquer subsídio, contrariamente aos dirigentes fazem gastos de forma abusiva.

Em reacção a este tipo de comportamento, o governador fez um apelo para uma aplicação mais racional dos fundos do Estado, particularmente em relação ao dinheiro destinado a suportar os encargos de deslocação em missões de serviço. Felismino Tocoli vincou que as ajudas de custo não devem ser entendidas como um suplemento salarial dos funcionários do Estado, em geral, e dos chefes dos sectores, em particular.

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