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Xiconhocas da semana: Rufino Licuco; Mulher que matou marido; Anadarko

Xiconhocas da semana: Lizha James; Atanásio M’Tumuke; Standard Bank

Os nossos leitores elegeram os seguintes Xiconhocas na semana finda:

Rufino Licuco

O cidadão Rufino Licuco não merecia outra sorte, após o acto bárbaro e covarde que deixou Josina Machel, a filha do primeiro Presidente da República de Moçambique, Samora Machel, e da activista de direitos humanos Graça Machel, sem visão num dos olhos. Pelo crime cometido, o agressor de Josina Machel foi condenado à pena de três anos e quatro meses de prisão maior, convertida em indemnização no valor 200.579.000 meticais. Este Xiconhoca deve servir de exemplo para outros milhares de sujeito que optam por resolver os problemas conjugais na base de porrada.

Mulher que matou marido

A violência contra os homens também tem estado a ganhar terreno nos últimos dias a nível do país. Uma mulher cujo nome não foi identificado está a ser procurada pela Polícia da República de Moçambique (PRM) por ter assassinado o marido com recurso a um prato de vidro partido, no bairro de Ferroviário, na cidade de Maputo. A cidadã é exemplo de Xiconhoca da pior espécie que existe no país. Desconhece-se as razões por detrás desse acto macabro protagonizada por essa cidadã. É imperioso que a Polícia encontre esta Xiconhoca e coloque na cadeia.

Anadarko

Não é novidade para os moçambicanos o facto de as multinacionais que estão a operar no país estarem pouco se lixando para a economia do país. O exemplo disso é a empresa norte-americana Anadarko que procura manobras para fugir ao fisco. Na verdade, é por manifesta incompetência do Governo de Filipe Nyusi que o nosso país arrisca- se a não poder colectar impostos sobre aproximadamente 7,5 milhões de dólares dos primeiros investimentos já efectuados pela Anadarko Moçambique, Área 1, Lda e da Eni East Africa na Bacia do Rovuma. A multinacional mal começou a explorar o gás naquela região, já está a mostrar-se num péssimo exemplo.

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