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Xiconhocas da semana: Mambinhas; Polícias que ajudam ladrões; Primeiro-Ministro

Xiconhocas da semana: Lizha James; Atanásio M’Tumuke; Standard Bank

Os nossos eleitores elegeram os seguintes Xiconhocas na semana finda:

Mambinhas

Não se podia esperar outro resultado, que não fosse derrota. Aliás, é sempre a mesma história quando entra em campo qualquer que seja a selecção de futebol nacional. Os moçambicanos até já estão habituados a essa situação. A título de exemplo, a nossa selecção de futebol, na categoria de sub-17, foi humilhada no estádio da Machava pelas Ilhas Comores por 0 a 3 e está eliminada, mais uma vez, do apuramento para o Campeonato Africano das Nações. Entre várias questões que concorreram para o afastamento do combinado nacional, há relatos de falsificação de idades que ditou a retirada de jogadores que estavam convocados. Isto é mais uma prova de que não somos um país sério.

Polícias que ajudam ladrões

Já não é novidade para ninguém de que a Polícia da República de Moçambique (PRM) é uma autêntica vergonha, de proporções astronómica. Ao invés de combater a criminalidade e proteger os cidadãos, a nossa Polícia é a principal promotora de assaltos ou roubos e assassinatos. O caso mais recente do envolvimento de um membro da PRM no mundo do crime deu-se na cidade de Maputo. O sujeito, cuja identidade não foi revelada, emprestou o uniforme ao amigo, supostamente para auxiliá-lo na patrulha do bairro onde vive. Os dois visados são acusados de tentativa de se associar a assaltantes de estabelecimentos comerciais e residências. Infelizmente, é a Polícia que temos!

Primeiro-Ministro

O Primeiro-Ministro, Agostinho do Rosário, é um Xiconhoca por excelência. O sujeito não se farta de mentir aos moçambicanos. Mesmo de boca fechada, ele menti. Desta vez, o Xiconhoca, que infelizmente é Primeiro-Ministro de Moçambique, mentiu a população do Niassa, província onde se encontrava em visita de trabalho, afirmando que está bem encaminhada a retomada da cooperação com o Fundo Monetário Internacional (FMI). É sabido que o FMI condiciona a cooperação a auditoria forense e internacional, facto que o Governo moçambicano recusa veementemente, por ser cúmplice na roubalheira que deixou o país em desespero económico sem precedentes.

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