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Xiconhoca da semana: Alexandre Chivale; Alberto Mondlane; Damião José

Xiconhoca da semana: Mulher que trancou as filhas em casa e ateou fogo; Jorge Khalau prometeu...

Os nossos leitores elegeram os seguintes Xiconhocas na semana finda:

Alexandre Chivale

Chilavismo é talvez o estágio mais avançado na profissão do Xiconhoca. O dicionário da sacanice, produzido por um grupo perfeitamente identificado de 40 membros, define-o como “intervalos de cegueira mental, nos quais o insulto toma controlo de indivíduos tidos normalmente por comedidos e essencialmente racionais. Contudo, estes intervalos transformam aquilo que se tinha por discernimento numa vovuzela de linguagem chã, torpe e vulgar. O seu estágio mais avançado foi atingido nas antenas da RDP África, de onde saiu para mostrar ao mundo o quão nocivo pode ser para a democracia que se pretende num país que tem de abraçar a modernidade”.

Alberto Mondlane

O ministro do Interior, Alberto Mondlane, garantiu nesta terça-feira que a Polícia moçambicana tem capacidade para combater a onda de sequestros que tem abalado o país. Os nossos leitores, sábios e incisivos como são questionam: “Que capacidade senhor ministro? Ou enganou-se e quis dizer que a Polícia tem meios para tirar partido financeiro dos raptos? É que se tivesse meios este flagelo que já tirou uma vida inocente já teria respostas firmes. Não acha?” Outro leitor também soltou o verbo: “só se capacidade, no dicionário do ministro, significa o seu próprio antónimo. Aí posso concordar com sua excelência. De outra forma não”.

Damião José

Definitivamente, o porta-voz da Frelimo, Damião José, é um caso de estudo. Desta feita, ocupou o espaço de antena pago pelos nossos impostos para cuspir num direito constitucional. Ou seja, apelar aos moçambicanos para não participarem numa marcha pacífica contra a situação caótica que vivemos graças à governação de um Executivo que continua a marimbar-se para o sofrimento do povo.

Além da inércia nas questões relacionadas com os raptos e a instabilidade política, o Governo que o papagaio José defende está a demonstrar uma tremenda falta de transparência na gestão dos fundos estrangeiros alocados visando o desenvolvimento das zonas rurais. O que Damião José devia fazer, neste contexto, é convocar os moçambicanos dos distritos para uma marcha para também defenderem os seus interesses

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