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Velocidade e embriaguez continuam a causar derramamento de sangue e mortes nas estradas moçambicanas

Vinte e nove pessoas morreram e 102 ficaram feridas, 45 das quais em estrado grave, entre 30 de Abril último e 06 de Maio em curso, em consequência de 37 acidentes de viação ocorridos nas estradas moçambicanas. Os atropelamentos, a condução sob o efeito de álcool e o excesso de velocidade prevalecem como as maiores causas da sinistralidade rodoviária, o que comprova , cada vez mais, a tese segundo a qual este mal tem como principal factor o Homem, num cenário em que algumas medidas de sensibilização e outras punitivas impostas pelo Código da Estrada continuam sem surtir os efeitos desejados.

Dados fornecidos à imprensa pelo Comando-Geral Polícia da República de Moçambique (PRM), na terça-feira (10), indicam que dos 37 acidentes de viação, pelo menos 15 foram do tipo atropelamento, 10 por velocidade excessiva e seis por condução em estado de embriagues.

Aliás, 263 condutores foram detidos por se fazer ao volante embriagados e 11 cidadãos encontra-se a contas com os agentes da Lei e Ordem por condução ilegal.

O número de mortes relativamente a igual período do ano passado baixou em 10 casos (de 47 para 37), porém, vítimas com diferentes traumatismos aumentaram em 32, ou seja, de 70 para 102.

Refira-se que entre 23 e 29 de Abril morreram 28 pessoas e 49 ficaram feridas, das quais 22 com gravidade, devido a 36 acidentes de viação.

Ainda na semana finda, a Polícia de Trânsito (PT), posicionada em diversas artérias do país, fiscalizou 44.287 carros, das quais 58 foram apreendidas por várias irregularidades, e aplicou 7.040 multas.

Neste contexto, a PRM apela a todos os utentes da via pública para que observem as medidas de segurança rodoviária e obedeçam as recomendações de trânsito no sentido de evitar os acidentes de viação.

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