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Tribunal Administrativo minimiza situação de professores

Um ano depois da implantação do Tribunal Administrativo em Nampula, os professores desta parcela do país começaram a sentir a presença daqueles serviços administrativos na solução das suas questões profissionais.

Em causa estava a demora na atribuição de vistos, dispositivo legal que permite a nomeação dos funcionários do Aparelho do Estado, para além das sistemáticas queixas relativas às progressões de carreira e mudanças de categoria.

Todavia, a medida abrangeu quase todos os professores da cidade de Nampula, entre os chamados antigos e os admitidos no ano passado.

Esta situação deu o término o processo das renovações anuais dos contratos de trabalho de certos professores.

Alguns professores, na sua maioria afectos na cidade de Nampula, mostraram-se satisfeitos pela flexibilidade do actual sistema de atribuição de vistos aos funcionários públicos.

De acordo ainda com os nossos entrevistados, este processo também permite maior empenho aos professores, sobretudo na melhoria das suas actividades.

As fontes lamentam, entretanto, a atitude negativa de alguns directores e chefes das secretar ias de determinadas escolas da cidade de Nampula que continuam a humilhar os seus colegas professores e fazendo cobranças ilícitas, ao vez de promoverem o espírito de trabalho em equipa e harmonia social nos seus locais de trabalho.

O grupo de professores que falou ao nosso jornal na condição de anonimato denunciou a existência de directores que fazem da escola, sua propriedade, chegando mesmo a transgredir o Estatuto Geral dos Funcionários e Agentes do Estado.

Denunciaram, igualmente, a existência de chefes de secretarias que passam cerca de um mês sem chegar ao seu local de trabalho.

As fontes pedem as estruturas competentes no sentido de corrigirem esta prática o mais urgente possível, fazendo inspecções periódicas e de carácter imediato nas instituições de ensino.

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