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Trabalhadores da G4S expostos a radiação

Trabalhadores da empresa privada de segurança G4S queixam-se de estarem a trabalhar expostos a radiação do scanner da Kudumba, facto que lhes esta a criar doenças como, tuberculose e cancro, que já acusaram a morte de alguns deles.

Eles dizem que trabalham em condições deploráveis, expostos a radiações daquele aparelho e de terem que viajar mais de cem quilómetros pendurados em vagões de comboios, alegadamente, para garantir segurança de mercadorias, sem nenhuma protecção. Falando na condição de anonimato por temer represálias, alguns trabalhadores disseram que o equipamento de protecção contra a radiação só e alocado aos maquinistas durante o processo de scanner não intrusivo nos contentores.

Entretanto, Carlos Garcel, director administrativo da Kudumba, reagindo as queixas dos trabalhadores, disse que todo o veiculo so entra no scanner após o afastamento de todas as pessoas desprotegidas, ate pelo menos, um raio de 50 metros. Garcel explicou ainda que para a instalação daqueles aparelhos no porto de Maputo, concretamente na FRIGO e na Machava, foi feito um estudo sobre possíveis perigos que aquelas máquinas podem causar as pessoas.

“Foram observadas todas as normas internacionais a semelhança das que existem em grandes aeroportos do mundo.A radiação alegada pelos fabricantes é a mais baixa do continente africano”, disse Garcel, citado pelo ‘O Pais’. Ele referiu que dos funcionários da Kudumba assim como das Alfandegas que trabalham com aqueles aparelhos ninguém apresentou doenças relacionados com o funcionamento daqueles aparelhos tecnológicos, que estão implantados no pais há mais de quatro anos.

Garcel disse que o que existe é uma onda de desinformação no seio da gestão daquela empresa que presta serviços de segurança a Empresa Caminhos-de-ferro de Moçambique (CFM). “A tecnologia usada nos Estados Unidos da América e na Inglaterra é a mesma que esta sendo usada em Moçambique e a sua aplicação aprimora o desenvolvimento porque reduz o tempo de verificação manual que leva dias enquanto a não intrusiva é dinâmica”, disse Garcel.

A Kudumba Investiment opera nos portos de Maputo, Beira e Nacala, e nas terminais de mercadorias da FRIGO e Machava.

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