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Suposta raptora de bebé numa maternidade detida em Inharrime

Uma jovem encontra-se privada de liberdade, desde a semana finda, no distrito de Inharrime, província de Inhambane, acusada de rapto de bebé de uma semana de vida, na maternidade do hospital local, após sofrer um aborto provocado pela auto-medicação.

De acordo com a Polícia da República de Moçambique (PRM) naquele ponto do país, a acusada dirigiu-se à referida maternidade, numa manhã, e faz-se passar por uma trabalhadora.

Em declarações às autoridades policiais, a acusada disse que roubou o bebé supostamente o marido exigia filho, por isso, pretendia salvar o seu lar.

O marido encontra-se da África do Sul e acha que a mulher está grávida, mas sofreu um aborto por ter tomado medicamentos sem o conhecimento da família do esposo.

Nem sei o que é que eu fiz, não sei se é diabo ou o que, nunca fiz na minha vida. Só que agora aconteceu, mas nunca fiz na minha vida. Estou arrependida”, alegou ela.

Questionada sobre como conseguiu raptar o recém-nascido, ela respondeu que ficou tempo considerável a controlar os movimentos da mãe do bebé e na altura em que a ofendida se distraiu ela colocou o seu plano em prática.

A descoberta da acusada e recuperação do bebé foi graças uma mulher que, ouvindo chorou do recém-nascido nos braços da suposta mãe, suspeitou que alguma coisa estivesse errada.

A senhora pediu para que a jovem amamentasse a criança e espremesse a mamã para se ver o leito do peito, o que não foi possível.

De repente, a verdadeira progenitora do bebé e outras pessoas percorriam a unidade sanitária desesperada anunciando que um recém-nascido tinha desaparecido.

Ainda em Inhambane, um professor de 26 anos de idade recolheu ao calabouços, suspeito de abusar sexualmente uma aluna 14 anos.

Até ao fecho desta edição, a vítima ainda estava sob cuidados médico em Zavala devido à gravidade das lesões resultantes da cópula forçada.

O estupro aconteceu quando o referido docente forçou a miúda a ir à cama com ele como condição para passar de classe.

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