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STAE ultrapassa metas do censo eleitoral

O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) recenseou, a escala nacional, um total de 509 mil novos eleitores, ultrapassando deste modo a meta inicialmente prevista. Em todo Moçambique, o STAE tinha previsto inscrever 483.141 novos eleitores. No tocante a diáspora, o STAE também superou a meta ao inscrever 55 mil novos eleitores, contra 50 mil previstos.

Estes dados foram avançados pelo Director-Geral do SATE, Felisberto Naife, durante o Conselho Coordenador deste organismo eleitoral que decorre desde ultima Segunda-feira, na vila fronteiriça da Namaacha, Sul de Moçambique. A actualização eleitoral decorreu entre 15 de Junho e 29 de Julho últimos. Naife disse que estas novas inscrições vão se juntar aos cerca de nove milhões de eleitores já inscritos, o que permitirá a definição dos mandatos a serem disputados em cada círculo eleitoral, bem como determinar o número de assembleias de votos que irão funcionar a nível nacional, e nos nove países que acolherão as eleições de 28 de Outubro próximo, na diáspora.

Com base nos dados deste censo, o STAE vai, dentro em breve, calcular o número definitivo de mandatos de cada círculo eleitoral. Durante o Conselho Coordenador da Namaacha, o STAE vai delinear estratégias e metodologias de execução dos actos preparatórios da votação, com destaque para a formação dos membros das mesas de assembleias de voto, para alem de definir o numero de localização definitiva das mesas de assembleias de voto, entre outras acções.

Entretanto, o “Noticias” escreve, na sua edição de hoje, que um número considerável de moçambicanos a nível da província da Zambézia, Centro do país, não teve possibilidade de se inscrever durante o último censo, por causa de avarias constantes de máquinas utilizadas no processo, entre outros entraves.

Os órgãos eleitorais da província registaram, ao longo do processo, pouco mais de metade do universo dos 90.055 eleitores previstos. Semana passada, representantes de partidos políticos, confissões religiosas e da sociedade civil queixaram-se desta realidade, durante um seminário de análise e discussão dos resultados preliminares do censo, promovido pelo Observatório Eleitoral em Quelimane, a capital da província em questão.

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