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Soltos os sete suspeitos de tráfico de mulheres de Moçambique para África do Sul

Foram, sim, detidos sete indivíduos com fortes indícios de envolvimento no tráfico de mulheres. O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo ordenou a sua soltura ou por caução ou noutros termos e condições permitidas na lei – porta-voz do Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique, Pedro Cossa.

As sete pessoas detidas na semana passada em Maputo, por alegado envolvimento no tráfico de mulheres para alimentar a florescente indústria do sexo na África do Sul, foram libertadas pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, situação que pode minar a integridade física dos que se envolveram na investigação que culminou com a sua neutralização.

Os sete homens, que de acordo com a Polícia moçambicana são dois moçambicanos e cinco asiáticos (chineses), foram presos em flagrante após serem atraídos por jornalistas do jornal sulafricano City Press, que se faziam passar por angariadores de mulheres para bordéis na África do Sul. Segundo a reportagem do City Press, transcrita em Maputo pelo semanário Savana, cada mulher era “vendida” às casas de prostituição por cinco mil rands (cerca de 500 euros).

Nos contactos em Maputo, os jornalistas descobriram que a rede opera(va) no país há seis anos e que vende para a África do Sul, mensalmente, entre 30 a 40 mulheres, recrutadas nos bairros e/ou regiões rurais pobres e com promessas de emprego honesto na vizinha África do Sul, incluindo adolescentes de apenas 16 anos de idade. Contradição na PRM Surpreendentemente, o porta-voz da Polícia da República de Moçambique a nível da cidade de Maputo, Arnaldo Chefo, qualificou no seu habitual briefing semanal com a “media” às segundas-feiras como “falsas” as notícias sobre a detenção de elementos

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