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Serviços de saúde continuarão prestar assistência gratuita

O Ministro da Saúde afirmou, em Nampula, que as unidades hospitalares públicas do país continuarão a prestar assistência gratuita aos pacientes, independentemente do seu extracto social, para além de criar condições para que os serviços prestados sejam de qualidade.

Ivo Garrido sublinhou que o acesso gratuito aos serviços de saúde é um direito de todo o cidadão moçambicano e cuja responsabilidade é da competência ao governo. O cidadão quando vai ao hospital não está à procura de favores, mas sim reclamar o usufruto do seu direito, que deve ser satisfeito. Por isso, exigimos que os nossos funcionários tratem os doentes com paciência e carinho.

Recomendou o ministro, observando que 90 por cento de cura de doentes internados nas unidades sanitárias do país tem haver com a atitude solidária e humana dos funcionários em serviço, cujo investimento é insuperável. Ao governo, cabe melhorar as condições das infra-estruturas, enquanto que o funcionário tem a responsabilidade de melhorar as condições de tratamento dos doentes. Anotou Garrido, que falava à margem da inauguração do novo serviço de Urgência da Pediatria do Hospital Central de Nampula.

Entretanto, o ministro da Saúde reconheceu que o seu sector em Nampula enfrenta vários problemas devido ao elevado número da população da província, estimada quatro milhões de habitantes, mas garantiu que a situação irá ser invertida a breve trecho.

Intervindo, na ocasião, Felismino Tocoli, governador da província de Nampula, congratulou-se com a entrada em funcionamento daquela infra-estrutura, destacando a sua importância na minimização de alguns constrangimentos e consequente melhoria na prestação de serviços às crianças que afluem àquele local, frisando que a saúde delas figura no rol das prioridades do governo. Afirmou reconhecer que os novos serviços não irão solucionar em absoluto os problemas existentes, mas vão, certamente, atenuá-los substancialmente.

Com esta inauguração, vai deixar, por exemplo, de haver problemas de falta de camas, que chegavam a ser ocupadas por três crianças, além das respectivas mães ou parentes acompanhantes. porque a saúde da criança, consta, no rol das nossas prioridades. Disse Tocoli. De salientar que os serviços de pediatria do HCN dispõe agora de oitenta camas, trinta das quais na urgência e cinquenta nas enfermarias.

Além de uma sala de tratamento, laboratório, gabinete para os médicos em serviço e outro pessoal técnico. As obras de reabilitação e respectivo apetrechamento contaram com o financiamento do Banco Comercial de Investimento, no valor de 150 mil dólares americanos.

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