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Serviços de Polícia sul-africanos gastaram 161,5 milhões de randes em 2010

Os Serviços de Polícia Sul-Africanos (SAPS) gastaram 161,5 milhões de randes (cerca de 17 milhões de euros) em segurança privada na defesa das suas muitas instalações e esquadras em todo o país em 2010, revelou o ministro da tutela.

Em resposta a uma interpelação parlamentar da oposição, o ministro Nathu Mthethwa referiu que os Serviços de Polícia contratam empresas de segurança privadas por considerarem ser mais eficaz do ponto de vista dos custos operacionais entregar a protecção de muitas das suas instalações e esquadras a empresas privadas concentrando os seus efectivos no combate ao crime.

“Este formato permite disponibilizar agentes da Polícia treinados em tarefas policiais operacionais, para além de que as empresas privadas de segurança são obrigadas contratualmente a substituir qualquer dos seus guardas que esteja ausente por doença ou em férias”, pode ler-se no esclarecimento escrito entregue pelo ministro à Assembleia Nacional.

Mthethwa refere ainda que as empresas de segurança contratadas são legalmente responsáveis por “quaisquer desaparecimentos” verificados nas esquadras ou instalações policiais.

É frequente desaparecerem das instalações policiais provas de crimes, tais como armas, drogas e quantias em dinheiro, bem como processos em investigação ou partes deles. Os SAPS têm contratos com 48 empresas privadas de segurança, segundo o ministro da Polícia.

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