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Seis funcionários da Migração detidos por falsificação de documentos

Seis funcionários séniores da Direcção Provincial de Migração na província de Inhambane, sul de Moçambique, foram detidos, esta quinta-feira, no distrito de Massinga, indiciados por envolvimento na falsificação de passaportes.

Trata-se de Bento Amaral, Fenias Rolde, Juca Bata, Teresa Alfredo, Elias Fenesa e Maria de Fátima Travo, segundo reporta a Rádio Moçambique (RM), estação pública.

Com estes elementos subiu para nove o número de detidos pela Polícia da República de Moçambique (PRM) em Massinga, em conexão com o caso. Este assunto veio “a lume” na última sexta-feira quando a PRM interceptou um cidadão com onze certificados de emergência falsos.

O comandante distrital da PRM em Massinga, Acácio Machava, disse que o indivíduo foi neutralizado durante uma patrulha rotineira, um trabalho que culminou com a apreensão de mais de 2.900 meticais (um dólares equivale a cerca de 31,4 meticais) e alguns documentos falsos relacionados com passaportes.

Machava disse que neste momento decorrem trabalhos junto a Procuradoria e Tribunal Distrital de Massinga para a legalização da detenção dos visados.

De acordo com Acácio Machava, no distrito de Massinga a maioria das pessoas trabalham nas minas da África do Sul, razão pela qual existe uma grande demanda de passaportes.

Enquanto isso, em Niassa, 12 funcionários do Instituto de Formação em Administração Pública foram processados disciplinarmente por corrupção.

Segundo noticia a RM, os 12 vão incorrer a processos disciplinares por terem facilitado a entrada ilegal de 60 estudantes não funcionários do Aparelho do Estado, para frequentarem as aulas na instituição, a troco de dinheiro.

O Director do Instituto de Formação em Administração Pública e Autárquica de Lichinga, Fernando Jone, disse que alguns dos funcionários envolvidos exerciam cargos de chefia naquela instituição de ensino técnico-profissional.

De acordo com Jone, há estudantes que frequentam aquele estabelecimento de ensino técnico-profissional sem terem concluído a 10/a classe, daí que ordenou que todos os estudantes tragam, no prazo de 15 dias, os certificados do ensino secundário.

A fonte acrescentou que foi levantada a suspensão de 60 estudantes ilegais depois que estes começaram a revelar os nomes dos funcionários que facilitaram a sua entrada naquela escola técnica.

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