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Reabilitação troço Inchope – Beira arranca próximo ano

O Vice- Ministro das Obras Públicas e Habitação, Francisco Pereira, anunciou esta quarta-feira à imprensa, na Vila do Búzi, o início da reabilitação da estrada nacional número seis está previsto para o próximo ano. O troço Inchope – Beira é o mais crítico da estrada nacional número seis que parte da cidade da Beira até a vila fronteiriça de Machipanda, na província de Manica.

O Vice-Ministro das Obras Públicas e Habitação disse que o projecto de reabilitação a inicioar no próximo ano compreende toda extensão de trezentos quilómetros da estrada nacional número seis, mas numa primeira fase será dada prioridade a parte mais crítica, nomeadamente Inchope – Machipanda, cuja extensão ronda 110 quilómetros.

A estrada nacional número seis, a espinha dorsal do Corredor da Beira que liga o Porto da Beira aos países do interland, é de capital importância económica para o país e a região austral de África. Diariamente circulam nela centenas de camiões transportando mercadoria diversa de e para os países do hinterland, com destaque para o Zimbabué, Malawi, Zâmbia, Botsuana e República Democrática do Congo.

Operadores do sector de transporte rodoviário tanto de carga como de passageiros tem se queixado bastante do estado precário da estrada nacional número seis, principalmente do troço Inchope – Beira. Segundo eles, o estado de degradação acentuado que se apresenta o troço em causa tem concorrido para a danificação precoce das viaturas, além de não oferecer condições de segurança.

O Vice-Ministro das Obras Públicas e Habitação, falando à imprensa, na vila Búzi, referiu o governo reconhece a preocupação dos utilizadores da estrada nacional número seis, daí ter desenvolvido o esforço para obtenção de fundos para a suportar a sua reabilitação. Francisco Pereira explicou, entretanto, a reabilitação da estrada nacional número seis insere-se no programa do governo que inclui a reabilitação das demais estradas principais do país.

Segundo a fonte, para implementar o programa foi necessário o governo mobilizar 250 milhões de dólares junto dos seus parceiros de cooperação, sendo o valor já está disponível. Francisco Pereira disse o programa será executado no espaço correspondente aos próximos dois anos e meio.

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