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PRM atenta à simulação de assaltos

As autoridades policiais em Moçambique dizem que estão atentas a casos de simulação de assaltos, um fenómeno que vem ganhando espaço no país.

 

 

Segundo o Comandante Geral da Policia moçambicana (PRM), Jorge Khálau, muitas vezes, os proprietários ou gerentes de instituições públicas ou privadas, bem como os seguranças privados, combinam assaltos com criminosos para tirarem dividendos.

Khálau, que falava, quarta-feira, em Maputo, num encontro com instituições bancárias e de segurança privada, frisou que estas simulações prevêem até morte de inocentes só para conferir alguma autenticidade.

“Temos registado alguns assaltos simulados e incompreensíveis. Temos empresas em que o proprietário, gerente ou funcionário deixa valores elevados na loja e combina com criminosos para irem lá buscar e declaram assalto, eles combinam a hora e o local. Alguns agentes das empresas de segurança se envolvem em assaltos simulados”, disse.

“Pensam que nós estamos a dormir, não vale a pena nós estamos atentos aos assaltos simulados”, frisou Khalau, detalhando que na loja PEP do Alto Maé, na cidade de Maputo, foram roubados 400 mil meticais com a conivência do gerente que no dia do assalto “inventou” razoes para não ir trabalhar.

Para elucidar a participação de agentes das empresas de segurança neste tipo de actos, Khálau disse que estão detidos guardas da G4S, SOS, entre outras.

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