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PRM assume que prevaricadores não tem marca

As detenções que aconteceram no distrito de Morrumbala e que foram reclamadas pela Renamo na Zambézia como sendo uma perseguição aos seus membros naquela região da Zambézia, continuam na ordem do dia. Recentemente, a Renamo na voz do seu porta-voz da delegação política provincial da Zambézia, Noé Mavereca, veio ao público denunciar estes actos, que segundo ele, tem o propósito único de intimidar os membros do seu partido.

Na ocasião, Mavereca vê a polícia da República de Moçambique (PRM), como um verdadeiro instrumento do partido Frelimo, razão pela qual, segundo ainda aquele porta-voz, os agentes da PRM fazem tudo para não deixarem os membros da Renamo exercerem a sua actividade.

No entanto, quando o nosso jornal contactou o outro porta-voz, só que desta feita da PRM nesta parcela do país, Ernesto Serrote, este começou por confirmar a detenção das onze pessoas oriundas de Morrumbala. Só que, Serrote argumentou que a detenção aconteceu porque estes indivíduos violaram as regras de conduta da cidadania, razão pela qual, a polícia não viu outra medida se não encarcerá-los e privá-los a liberdade.

Mais adiante e quando questionamos se os detidos eram membros do partido Renamo, como elucida o porta-voz partido da Renamo, Ernesto Serrote, diz que quando a polícia actua não vê distinção. Por isso de acordo com Serrote, quando os onze foram detidos, não houve marcas que os identificasse como membros da Renamo ou qualquer partido.

Num outro passo, a fonte explicou que o que aconteceu em Morrumbala foi desacato as ordens as autoridades, razão pela qual, a polícia nestas situações não tem mãos a medir. Para Serrote, a função da polícia é de manter a ordem e tranquilidade pública, por isso quando assim acontece não há mãos a medir por parte da corporação. Num outro passo, quando questionamos sobre a morte do um cidadão que a Renamo alega ser seu membro que residia no Chire, Ernesto Serrote, devolveu-nos a pergunta, como nada soubesse. “Morte, qual morte?”-questionou Serrote.

Mas quando lhe trouxemos a razão de que a vítima foi baleada pela Polícia da Guarda-Fronteira, a fonte, recuou e disse que a única coisa que sabia é que um cidadão quis desafiar a polícia tentando agredir os agentes. Na tentativa da polícia amainar os ânimos, uma bala foi contra o cidadão e dai perdeu a vida, justificou aquele porta-voz.

Lembre-se que esta situação das detenções em Morrumbala, estão no âmbito das supostas manifestações que a Renamo diz que vai realizar, mas ainda sem datas

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