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PR acredita três novos embaixadores

O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, recebeu esta quarta-feira em Maputo as cartas credenciais dos novos embaixadores do Japão, Coreia do Norte e das Ilhas Seychelles, Eiji Hashimoto, Jo Yong Man e Joseph Nourrice respectivamente.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Baloi, disse, no fim da cerimónia, que a sua acreditação abre oportunidades e perspectivas de relançamento das relações entre Moçambique os respectivos países que são parceiros. Na radiografia das relações com os três países, Baloi afirmou que o Japão é um parceiro de cooperação de Moçambique em vários domínios apontando, a título de exemplo, a agricultura, a saúde, a educação, as finanças entre outras. Uma relação estável e excelente e com grandes perspectivas.

O presidente, segundo o ministro, reiterou o desiderato no contacto com o novo embaixador, porque o Japão apesar de todas as dificuldades que tem vindo a enfrentar, quer económicas quer resultantes dos desastres naturais, continua a manter uma cooperação em crescimento com o Moçambique.

Em relação a Coreia do Norte, o chefe da diplomacia moçambicana disse tratar-se de um país em crise económica assim como humanitária e faz tudo ao seu alcance para virar o curso dos acontecimentos. No quadro da cooperação bilateral, os dois países cooperaram na área da saúde, estando em solo moçambicano médicos daquele país a exercer as suas actividades na área da saúde. ”A cooperação flutua em função das dificuldades que o país enfrenta, mas a vontade está lá e a chegada de um novo embaixador é sempre uma nova oportunidade para o seu relançamento”, disse o ministro dos negócios estrangeiros.

Quanto as Seychelles, estado insular da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), Baloi disse estar em vista uma eventual supressão de vistos entre os dois países, porque as relações de cooperação são excelentes, apesar de estarem ainda muito aquém do desejado no domínio político. A cooperação e intercâmbio com as Seychelles gravitam igualmente nas áreas de turismo e nas pescas e cultural.

Todavia, existe, segundo o chefe da diplomacia moçambicana, uma preocupação partilhada quer com as Seychelles quer com outros países da região que é a actual questão da pirataria. As Seychelles estão no “olho do furacão” em relação a pirataria e a ocasião, segundo Baloi, serviu para uma troca de informação neste domínio em relação ao tipo de articulação que o país está a fazer a nível da SADC a nível dos países da orla do Indico.

A preocupação da Seychelles é proteger a sua maior indústria (turismo), para garantir que a mesma possa continuar a gerar os resultados que o país deseja. Os novos embaixadores terão residências em Pretória, capital política sul-africana.

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