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Por parte dos Partidos políticos – Portadoras de deficiência repudiam alegada marginalizaçao

A Associação dos Cegos e Amblíopes de Moçambique (ACAMO) defende que é indispensável que os Partidos políticos comecem, desde, já a incluir nos seus manifestos eleitorais, questões relacionadas com as Pessoas Portadoras de Deficiência ( PPDs).

Salomão Kaligwele, secretário-geral da ACAMO, observou que sendo Moçambique um Estado de direito, é imperioso que o governo e os partidos políticos trabalhem no sentido de alargar o pleno usufruto dessa condição a todos os cidadãos, independentemente das suas limitações físicas.

Observou que além da ausência de contactos e troca de experiência, nesse âmbito, com outros países, os nossos partidos políticos relegam a generalidade dos deficientes para um plano marginal. Observam que, com tal procedimento, violam, igualmente, a convenção nacional e internacional, que promove e protege os direitos das PPDs, com maior enfoque para a componente educacional.

Kaligwele falava à margem de um workshop aos Partidos políticos ao nível da região norte, com o intuito de analisar o tratamento genérico da problemática da deficiência.

A fonte acrescentou que uma das metas do Plano Nacional de Acção da Área da Deficiência (PNAAD) 2006- 2010, consiste em formar profissionais ligados à deficiência visual em todas as províncias do país, cuja implementação, porém, inoperante até à presente data.

ACAMO aproveitou a ocasião para falar da experiência adquirida através da Associação dos Cegos e Amblíopes da Noruega, cujo processo de integração social envolve ONGs, partidos políticos e o governo.

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