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Poluição ambiental na Matola acima da estabelecida pela OMS

A zona industrial da Matola está a ser poluída, em média diária, em seis microgramas por metro cúbico a mais que o limite imposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS), conclui uma análise conjunta realizada entre Julho e Agosto de 2010 pela Justiça Ambiental, de Moçambique, e Ground Work, da África do Sul.

Segundo resultados ainda da supra referida análise, a zona do Parque Industrial da Matola, na província do Maputo, produz uma média diária de 31,61 microgramas por metro cúbico de poeira, contra o limite da OMS de 25 microgramas por metro cúbico/dia.

“Caso as pretensões da MOZAL de libertar gases poluentes sem filtros sejam concretizadas os níveis de poluição na zona deverão agravar-se proximamente”, alertam aquelas duas organizações ambientalistas, citadas por Vanessa Cabanelas, técnica ambientalista da Justiça Ambiental.

As análises foram realizadas nas regiões de Beluluane, onde está a MOZAL, na cidade da Matola, e no populoso bairro da Machava Socimol, tendo-se concluído que os níveis de poluição do ar “são largamente superiores ao limite permitido pela OMS”. A situação resulta em “sérios problemas respiratórios à população local”, segundo ainda Cabanelas.

As partículas de poeira libertadas são constituintes de ferro, zinco e alumínio, tendo o trabalho sido feito à calada da noite “por ser naquele período em que as unidades industriais da zona libertam maior quantidade de gases poluentes”, explicou a técnica da Justiça Ambiental ao Correio da manhã.

Refira-se que as análises feitas pela Justiça Ambiental e GroundWork foram aprovadas pelo laboratório Talbot & Talbot, da vizinha África do Sul.

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