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PMA reforca apoio ao lanche escolar

O programa de lanche escolar, que visa fundamentalmente garantir a retenção no ensino da rapariga e das crianças pertencentes à famílias desfavorecidas, está a ganhar um novo impulso na província de Nampula. Com efeito, o Programa Mundial de Alimentação ( PMA), patrono da iniciativa, concluiu, há dias com sucesso, negociações junto da Ikuru, empresa de comercialização de insumos e produtos agrícolas, visando o fornecimento de 700 toneladas de milho e feijões para entrega ao sector de educação e cultura naquela região.

De acordo com Moisés Raposo, gerente da Ikuru em Nampula, daquela quantidade 500 toneladas são de milho, produto que é integrado pela primeira vez nesta iniciativa, e as restantes de feijões. Ajuntou que o PMA decidiu fazer as aquisições locais de produtos alimentares para suportar o programa de lanche escolar, com vista a reduzir os gastos, sobretudo com o transporte de outras províncias ou dos países vizinhos.

Acrescentou que aquela agência das Nações Unidas equaciona reforçar as quantidades de produtos alimentares adquiridas ao nível de Nampula, visando apoiar as regiões com défice alimentar resultante de factores atmosféricos ou calamidades. Em termos de vantagens a retirar por parte da Ikuru com o presente acordo, Moisés Raposo referiu que são muitas, particularmente de âmbito financeiro, salientando que os produtores dos distritos de Monapo, Mecuburi, Malema e Ribáuè sairão, igualmente, beneficiados, porquanto as dificuldades que vinham enfrentando para a colocação dos seus produtos no mercado estão ultrapassadas.

A fonte precisou, ainda, que o acordo com o PMA prevê a prestação de assistência aos produtores dos distritos supracitados na componente de conservação de produtos cerealíferos com vista a reduzir os prejuízos pós-colheita que na província de Nampula são considerados altos. A implementação desta componente, que prevê o apoio aos produtores para a construção de celeiros melhorados onde os produtos possam ser aprovisionados e retirados para o consumo com um padrão de qualidade aceite segundo as recomendações da saúde, está a cargo do FAO, segundo o interlocutor.

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