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Paralisadas obras de construção do novo Cemitério em Michafutene

As obras de construção do Cemitério de Michafutene, arredores da cidade do Maputo, estão paralisadas devido à disputa do terreno em que está sendo erguido o cemitério, opondo a edilidade e um grupo de antigos combatentes da libertação da pátria.

O pomo da discórdia que provocou a interrupção das obras é uma porção de terra, alegadamente, reservada para a realização de funerais dos antigos guerrilheiros da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) que está a ser abrangida pelo mapa do novo cemitério.

Esta informação foi prestada ao Correio da manhã por uma fonte do Conselho Municipal da Cidade do Maputo (CMCM) que, entretanto, pediu para não ser mencionada, pelo facto de não ser da sua competência revelar estes dados e devido à indisponibilidade do vereador do respectivo pelouro, Florentino Ferreira, em gozo de férias disciplinares.

O nosso informante afiançou que reina um “clima de tensão” entre as partes em litígio, o que fez com que até agora pouco se tenha feito no que às obras tange, salvo a vedação e abertura do itinerário que a ele dá acesso.

Projecções iniciais apontavam que até finais do corrente ano o Cemitério de Michafutene estaria pronto, visando responder à forte demanda de funerais em Maputo, numa média mensal de mil enterros, sem contar com indigentes e corpos não reclamados pelos familiares dos defuntos que são atirados para a vala comum aberta no Cemitério do Lhanguene.

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