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Onze mil moçambicanos morrem por ano vítimas de diarreia

Cerca de 11 mil moçambicanos morrem, em média anual, vítimas da diarreia causada pelo consumo de água imprópria, segundo Rosária Mabica, representante da organização não governamental WaterAid.

Mabica atira culpas da situação ao Governo, alegadamente, porque não está a desenvolver acções concretas visando criar condições necessárias para o acesso à água potável por toda a população moçambicana.

Segundo ainda a responsável da WaterAid, cerca de 12,3 milhões de moçambicanos, ou seja, 53% da população, não têm acesso à água potável limpa e mais de 19,1 milhões sem acesso ao saneamento, “situações que constituem entrave ao desenvolvimento económico e humano”, segundo ainda Rosária Mabica.

Indicou a seguir que o direito humano à água potável limpa e ao saneamento precisa de ser resolvido muito rapidamente, uma vez que a falta do acesso a estes serviços tem impacto negativo sobre a saúde e bem-estar económico e sobre educação das crianças.

Estas dissertações foram feitas por ocasião do vigésimo aniversário do Dia Mundial da Água, assinalado no passado dia 22 de Março de 2013, no mundo.

Por esta ocasião, a WaterAid apela aos líderes internacionais a substituírem os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio da ONU numa outra estrutura que reflicta a contribuição da água, saneamento e higiene para outras áreas de redução da pobreza, incluindo a saúde, educação, igualdade entre géneros e crescimento económico e sustentabilidade.

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