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Nova crise condiciona importação de tomate

A Associação Moçambicana dos Micro Importadores (AMIM) denunciou a existência de uma nova crise no processo de importação de tomate, da vizinha África do Sul, uma situação que parecia ter sido ultrapassada depois da intervenção do governo.

O problema surge porque o grupo que tinha sido neutralizado na zona de Komatiport, na África do Sul, voltou a mobilizar-se impedindo a circulação normal dos camiões que trazem tomate daquela país vizinho para, alegadamente, se reorganizar o processo de importação.

O referido grupo, segundo escreve o jornal Noticias, entende que a importação de tomate não deve ser feita em simultâneo para contro- lar o preço e evitar perdas. Recentemente, quatro camiões foram interditos de seguir viagem para os campos de produção sul-africanos onde compram o tomate.

Henrique A. Seie, da AMIM, conta que estes casos já tinham sido ultrapas- sados graças a intervenção dos governos de Moçambique e da África do Sul, bem como de importadores que não concordam com a ideia de se limitar o número de camiões que devem transpor a fronteira para importar tomate.

Seie disse que a importação vol- tou a complicar-se com o retorno deste grupo, tendo adiantado que o facto já foi comunicado ao Ministério da Indústria e Comércio, através da Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) no sentido de se procurar uma solução.

“Quatro colegas nossos foram im- pedidos de seguir a viagem, mas já de- telinforma 01.05.12 pag.2 nunciamos o caso as autoridades a quem apresentamos as matriculas dos camiões e os respectivos motoristas” esclareceu Henrique A. Seie.

De acordo com a fonte, apesar deste problema o Mercado Grossista do Zim- peto continua bem abastecido não havendo razões para a especulação dos preços. O problema vem se registando desde 5 de Março, quando um grupo de cidadãos nacionais posicionou-se nas proximidades da fronteira de Ressano Garcia.

A acção foi justificada como uma medida de pressão para a aprovação da in- tenção de introduzir escalas na importação e comercialização deste produto, facto visto pelo governo como uma actuação ilícita e criminosa, razão pela qual os prevaricadores e os seus autores podem ser responsabiliza- dos criminalmente.

 

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