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Noruega diz que Indonésia não atingirá a meta de corte de emissões

O progresso da Indonésia na reforma do sector florestal não será suficiente para cumprir a sua promessa de reduzir as emissões de carbono em 26 por cento até 2020, afirmou o ministro do Ambiente da Noruega, Bard Vegar Solhjell, Terça-feira.

A Indonésia impôs uma moratória de dois anos sobre o desmatamento das florestas, em Maio passado, no âmbito de um acordo climático no valor de 1 bilião de dólares com a Noruega para reduzir as emissões provenientes do desmatamento, apesar da resistência de alguns departamentos governamentais e das empresas de recursos que procuram crescer no arquipélago.

A Noruega ficou impressionada com o que a Indonésia alcançou em termos de transparência no sector florestal e pela mudança no sentido de ser mais a favor do ambiente nos debates políticos sobre o uso da terra, disse o ministro Solhjell.

No entanto, o desmatamento continua em áreas que não são abrangidas pela moratória, bem como em situação irregular no país de florestas tropicais ricas em carbono e turfeiras (zonas húmidas).

As licenças para devastar a terra muitas vezes são dadas por governadores locais e há uma falta de fiscalização do governo central.

“Sabemos que a moratória em si não é suficiente para alcançar a mitigação das alterações climáticas prometidas, ou para deter o desmatamento na velocidade que é necessário”, Solhjell à Reuters numa entrevista.

Foi a primeira vez que a Noruega indicou que a moratória pode não ser suficiente. O presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, assinou o acordo de moratória com a Noruega como parte da sua promessa de reduzir as emissões nesta década, mas tem havido poucas políticas para conter as emissões na economia do G20 em rápido crescimento.

“É um compromisso muito progressista, mas também é muito desafiador para realmente executar”, disse Solhjell.

A quantia de 1 bilião de dólares que a Noruega prometeu no acordo é condicionada à mudança de políticas e reduções comprováveis das emissões do sector florestal.

O Ministério da Floresta factura biliões de dólares com a venda de licenças para manuseio de florestas todo ano.

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