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Município de Maputo poderá reassentar vítimas de inundações

O Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM) poderá transferir as famílias vítimas das inundações registadas na capital moçambicana devido as chuvas que têm estado a cair nos últimos dias. O lugar de reassentamento dessas vitimas ainda está por identificar, mas sabe-se que a cidade de Maputo já não dispõe de áreas de terra desocupadas, a excepção do distrito da KaTembe, que se encontra depois da travessia da Baía de Maputo, e no distrito insular de KaNyaka.

Falando esta segunda-feira em Maputo, o edil de Maputo, David Simango, disse que neste momento, decorrem trabalhos de intervenção de emergência que consistem no socorro imediato das vítimas. Essa intervenção consiste na criação de condições básicas de alojamento durante o período nocturno, alimentação e segurança, não só no local de acomodação bem como nos locais de proveniência, das famílias afectadas. “Até a noite de ontem (domingo) tínhamos 95 famílias nos nossos quatro centros de acomodação, sendo dois abertos nos distritos de KaMubucuane e igual número no KaMavota”, disse Simango, citado pelo jornal “Notícias”.

O edil assegurou que o município está preparado para dar o apoio necessário às vítimas, com a ajuda do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) e a organização humanitária Cruz Vermelha de Moçambique (CVM). Simango explicou que já foram criadas condições mínimas para todas as famílias que se encontram acomodados em edifícios de algumas instituições ou em tendas.

Depois disso, seguir-se-á a fase de identificação pormenorizada das famílias e a avaliação do nível de danos nas respectivas habitações. “Depois de estabilizar a fase do socorro, vamos enviar equipas técnicas para visitar cada casa, conhecer os donos, saber se trata de casa própria ou alugada, se a zona tem ou não condições de habitabilidade, para depois num terceiro desafio ver quem, de facto, deve ser transferido para outras zonas onde temos que criar condições como talhões e depois decidirmos o tipo de apoio a dar a essas famílias”, disse.

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