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Mozal confere oportunidade de discussão sobre assuntos ambientais

A MOZAL, SARL, disponibiliza, esta Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011, mais uma oportunidade para todas as partes interessadas de discutir assuntos relacionados com questões ambientais associadas ao seu processo de fundição de alumínio na Matola, Província de Maputo, Sul do País.

Uma fonte da multinacional indicou ao nosso jornal que a reunião programada para amanhã de manhã, na Sala Plenária do Centro de Conferências Joaquim Chissano, na Cidade de Maputo, tem como objectivo a transmissão de informação relacionada com as actividades da MOZAL, bem como de informação sobre o seu desempenho no que concerne à saúde, segurança laboral e meio ambiente durante os últimos seis meses.

Eventos do género tem sido promovidos de forma regular desde que a Mozal opera a indústria de fundição de alumínio em Moçambique.

O encontro de amanhã poderá ser uma nobre oportunidade para se discutir sobretudo a questão da emissão de gases sem uso de filtros de retenção de poluentes, que a Mozal está a promover desde o último trimestre do ano passado.

Desde que a Mozal beneficiou de autorização do Governo de Moçambique para trabalhar com licença especial de uso de “Bypass”, ou seja, escape directo, foram vários ambientalistas particularmente que levantaram a sua voz em oposição, chegando a denunciar o maior empreendimento industrial no País como tendo beneficiado de licença do Governo para matar.

Foram vários os argumentos e recursos apresentados para travar a decisão do Governo, que os ambientalistas consideraram de grave e absursa, justificando que as substâncias a serem emitidas pela MOZAL por um período requerido de seis meses podem provocar sérios problemas a saúde pública, desde irritações severas na pele, nos olhos, nas vias respiratórias e até o aumento na frequência de cancros pulmonares.

Entretanto, prevaleceu a decisão do Governo e consequentemente a Mozal prossegue o bypasse.

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