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Mosca da fruta: Manica pede celeridade na procura de soluções

As autoridades governamentais ainda não encontraram solução para vencer a mosca da fruta que afecta a província de Manica que impede que a fruta produzida naquele ponto do centro de Moçambique seja comercializada em outras regiões e mesmo exportada.

A Governadora daquela província, Ana Comoane, que, semana passada, esteve de visita ao distrito de Gondola, mostrou-se preocupada face às interdições de circulação da fruta de Manica pelo resto do país, já que a província não tem capacidade suficiente para a absorção do produto na sua totalidade.

A única alternativa, de momento, é o processamento a nível local para que não hajam grandes desperdícios. Nos distritos de Sussundenga e Gondola estão a funcionar agremiações que transformam a fruta em sumos e compotas, derivadas da banana, manga, laranja, tangerina e goiaba.

Ana Comoane é citada pelo jornal “Diário de Moçambique, editado na cidade da Beira, Centro do país, a apelar as instituições de investigação para que encontrem uma solução o mais breve possível para que a província possa livrar-se de tais impedimentos que afectam pela negativa a economia daquela parcela e do pais, em geral.

Desde o ano passado (2010), a fruta de Manica está impedida de circular pelo país assim como para o exterior. A banana e manga não podem sair de Manica, por uma decisão tomada no início do ano passado pelo Ministério da Agricultura (MINAG).

A província de Manica é potencial produtora de frutas, com destaque a projectos de produção de banana, laranja, tangerina, manga para exportação, desenvolvidos no posto administrativo de Dombe e no distrito de Sussundenga, que produzem manga que chega a pesar 500 gramas.

“A ideia é colocar esta fruta no mercado europeu”, disse Comoane.

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