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Moçambique entrou com a “mão” direita

Moçambique entrou com a

A selecção moçambicana de basquetebol feminino – a maior esperança de Moçambique lograr uma medalha – somou a sua primeira vitória, nos Jogos Africanos de Maputo 2011, sem grandes apuros e com uma incógnita para apurar nos jogos com adversários teoricamente mais fortes. Será que o seleccionador nacional deixou a melhor cinco, com excepção de Anabela Cossa, para segundo plano?

A sensação, depois do que se viu hoje, é que a distância entre uns e outros, é imensa. A equipa ficou mais agressiva com Valerdina Manhonga e Ruth Muianga. Com essa segunda linha, Moçambique é uma equipa com maiúsculas, mas quanda as primeiras escolhas entram em cena, seja por excesso de confiança, o peso da idade ou de ambas coisas, essa selecção queda reduzida ao talento de Zinobia Machanguana.

Hoje ficou evidente. Depois de um início titubeante, veio a supremacia com as mexidas. Com acutilância, a segunda linha, no terceiro quarto período dobrou a diferença numa altura em que as zimbabweanas ficaram mais de 14 minutos sem marcar nenhum ponto.

Moçambique encontrou um adversário fraco e Anabela Cossa aproveitou para marcar 13 pontos. Leia Dongue marcou igual número de pontos. Parte dos quais serviu para estabelecer uma diferença de 10 pontos no final do primeiro período (25-15).

Ao intervalo essa diferença subiu para 15, (38-23). A defesa, por intensidade e velocidade, foi óptima por momentos, com menção especial para Valerdina Manhonga.

Superlativa em sua defesa a base zimbabweana, que somente anotou dois pontos. No final do quarto período, o qual terminou em 73 – 37 a favor das moçambicanas, o técnico espanhol deu descanso ao cinco mais intense e o Zimbabwe aproveitou para encurtar distâncias marcando mais seis pontos em dois minutos.

Outros jogos

No primeiro jogo, a Costa do Marfim atropelou o Mali por esclarecedores 68 – 28. No segundo jogo, Angola protagonizou a surpresa da jornada ao vergar as campeãs africanas por 56 – 52. Um derrota com a qual o Senegal não contava nem nos seus piores pesadelos.

O Quénia deixou-se ultrapassar pela República Democrática do Congo por três pontos de diferença, 55 – 52. Os camarões perderam com o Ruanda, num jogo pobre, mas que valeu pela entrega e abnegação das duas equipas.

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