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Moçambique e Portugal criam empresa de locomotivas e vagões

Moçambique e Portugal vão criar uma empresa para a produção de locomotivas e vagões a serem usados no transporte de carvão mineral extraído na província de Tete, no centro do país.

Nesse contexto, os governos dos dois países poderão assinar, esta semana, um protocolo na área ferroviária, que conduzirá à criação da referida empresa.

O ministro dos Transportes e Comunicações, Paulo Zucula, é citado pela Rádio Moçambique, estação pública, como tendo dito que Moçambique necessita de pelo menos 600 vagões no decurso dos próximos cinco anos, para escoar o carvão da província de Tete ao porto da Beira, na província central de Sofala.

Refira-se que Zucula manteve um encontro com o ministro português das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, na semana passada, em Maputo, com o objectivo de estabelecerem parcerias entre os dois Estados.

No final do encontro com o ministro português, Paulo Zucula adiantou que países como o Botswana, Zimbabwe e Swazilândia vão precisar de mais vagões nos próximos anos.

“Esta é uma oportunidade de negócio que se abre na região, porque, neste momento, só a África do Sul é que tem capacidade para montar este tipo de equipamento” explicou.

Segundo Paulo Zucula, o encontro com Mendonça serviu para passar em revista as áreas de cooperação. De salientar que Mendonça encontrase de visita a Moçambique desde sextafeira.

Governo busca maior inclusão para os combatentes Maputo, 14 Fev (AIM) – O governo moçambicano está a envidar esforços para tornar mais inclusiva a política sobre o combatente, através da abertura de mais espaço para que seja contemplado nos principais pilares de desenvolvimento nas áreas de formação, reinserção social, valorização dos seus feitos históricos, entre outras contribuições.

Para o efeito, o Conselho de Ministros reunido hoje em Maputo na sua 4ª sessão ordinária, apreciou e aprovou a Política sobre o Combatente e a estratégia para a sua implementação, que deverá ser submetido a Assembleia da República (AR), o parlamento moçambicano.

O Vice-ministro dos Combatentes, Marcelino Liphola, que falava no final da sessão, disse que a política sobre o combatente já existia e o que o governo está a fazer é adequar a anterior para responder melhor aos problemas actuais, sobretudo a inclusão dos que não estavam contemplados nos pilares da política anterior.

“Ao adequar a política do combatente pretende-se, em consonância com o trabalho que o governo está a desenvolver, enquadrar um seguimento importante dos combatentes da defesa e soberania para serem contemplados nos pilares de desenvolvimento, nas áreas de formação, reinserção social, valorização dos seus feitos históricos entre outros”, disse Liphola.

A fonte disse, por outro lado, que em relação a lei que aprova o estatuto do combatente. a mesma já existia embora contemplasse apenas o combatente da luta de libertação nacional.

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