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MISAU revê acções no Plano Economico e Social 2013 devido às cheias

A reposição de 27 hospitais distritais e um comunitário, 22 centros de saúde rurais, um centro de formação de saúde, 16 casas do pessoal de saúde e do equipamento médico-hospitalar destruídos pelas cheias que fustigaram o país no princípio do ano em curso, vai custar 189 milhões de meticais, por isso, o Ministério da Saúde (MISAU) reviu o seu orçamento e as acções que constavam do Plano Económico e Social de 2013.

O sector está reunido, esta segunda-feira (08), em Maputo, na Reunião Nacional de Planificação sob o lema “o nosso maior valor é a vida”. O ministro da Saúde, Alexandre Manguele, disse que, apesar de os resultados do último Inquérito Demográfico e de Saúde apontarem para uma redução substancial da mortalidade infantil e infanto-juvenil, há ainda desafios por vencer, nomeadamente a falta de progressos em relação à mortalidade materna, baixa cobertura do planeamento familiar, ao tratamento intermitente preventivo da gravidez do TARV Pediátrico e da transmissão vertical.

De acordo com o governante, há necessidade de se reforçar a capacidade institucional nas áreas de planificação, informação, monitoria e avaliação, gestão logística e financeira para que haja melhoria dos indicadores de saúde no país.

“Não é admissível que continuemos a ter múltiplos actores a trabalhar de forma descoordenada” e ainda haver um “consumo excessivo de recursos atribuídos ao país e continuemos a registar um baixo desempenho nos indicadores de saúde”, observou Manguele.

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