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Mineiros afirmam que Polícia e Alfândegas “inventam” procedimentos para extorqui-los

Os mineiros e outros concidadãos que trabalham e residem na África do Sul têm se queixado da excessiva presença da polícia de trânsito e, nalguns postos, de agentes das alfândegas, que não raras vezes `inventam` procedimentos não cumpridos na fronteira para impor multas pesadas que uma e outra vez acabam sendo trocadas por suborno.

Júlio Nunes, director-geral adjunto das Alfândegas, defendeu esta semana, em Maputo, que os postos de controlo são necessários por uma questão de segurança, mesmo que os mineiros e outras pessoas que atravessam a fronteira tenham observado todas as formalidades na passagem de um país para o outro.

Nunes, que falava no encontro com os agentes económicos para anunciar a disponibilidade de produtos durante a quadra festiva disse que as autoridades não podem acabar com os postos de controlo, mas reduzir para evitar que os concidadãos percam muito tempo na fiscalização. ?

Não podemos tirar os postos de controlo por causa da segurança, mas o que podemos fazer é reduzir?, disse Nunes, apontando que em caso de acidente ao longo da estrada nacional a polícia está em condições de ser facilmente contactada.

Todavia, a fonte disse, por outro lado, que as autoridades estao preparadas para dar vasão a mais de 25 mil pessoas que vão atravessar a fronteira de Ressano Garcia a partir de Sábado, altura em que o movimento poderá atingir pico, previsto para Terça-feira.

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