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MICOA prepara estratégia de género e mudanças climáticas

O Ministério moçambicano para a Coordenação da Acção Ambiental (MICOA), em parceria com outras instituições, está a elaborar uma Estratégia e Plano de Acção de Género, Ambiente e Mudanças Climáticas, que deverá estar pronto até ao fim deste semestre.

O documento que deverá conter o orçamento para a sua execução será posteriormente submetido ao Conselho de Ministros para análise e posterior aprovação. Para o efeito, técnicos nacionais provenientes de todas as províncias do país e de vários sectores de actividade estão a ser capacitados desde segunda-feira, em Maputo. Segundo a Ministra para a Coordenação da Acção Ambiental, Alcinda Abreu, o trabalho de elaboração da referida Estratégia e Plano de Acção iniciou em Dezembro último.

Abreu explicou a jornalistas, a margem do seminário de capacitação, que a Estratégia e Plano de Acção em elaboração visa garantir que as acções de preservação ambiental que vem sendo desenvolvidas ao nível comunitário tenham em conta as questões de género, quer na utilização dos recursos naturais, quer em relação às mudanças climáticas. “Com o fenómeno das mudanças climáticas a vida humana fica difícil, mas da mulher fica particularmente cada vez mais pesada.

Ao desenharmos uma estratégia e o respectivo plano de acção é preciso vermos como é que nós podemos tornar a vida de homens e mulheres, sobretudo das mulheres em relação a sobrecarga do seu trabalho doméstico no agregado familiar, mais fácil”, disse.

Alcinda Abreu salientou que é preciso prevenir a intervenção humana nefasta ao ambiente, que muitas vezes provoca as alterações climáticas, dificultando, desta feita, cada vez mais a vida das mulheres. Assim, com a estratégia pretende-se melhorar a qualidade de vida da mulher, através da sua participação activa na gestão dos recursos naturais, na preservação do ambiente e nas acções de adaptação às mudanças climáticas. “Quanto mais se desmata, as mulheres são obrigadas a percorrer mais quilómetros a procura de árvores para poder fazer o carvão e a lenha que são utilizados para confeccionar os alimentos.

Podemos falar da água, um recurso que está cada vez mais escasso e isso faz com que as mulheres na busca deste recurso para satisfazer as necessidades da família tenham de percorrer longas distâncias”, acrescentou. O seminário de capacitação termina na próxima quinta-feira e conta com a participação de técnicos dos sectores do ambiente, saúde, educação, agricultura, energia e obras públicas.

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