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Melhorada capacidade de partos no hospital Geral José Macamo

O Hospital Geral José Macamo, em Maputo, a capital moçambicana, está em melhores condições de atender as parturientes, em consequência da inauguração, segunda-feira, da sala de partos devidamente reabilitada e apetrechada.

Jotamo Come, director do hospital, disse, na ocasião, que a intervenção, para além de descongestionar o serviço de parto, permitirá um aumento da capacidade que passou das 17 camas para 26, eliminando as situações em que uma cama tinha de ser partilhada por duas mulheres.

O hospital José Macamo, segundo Come, realiza uma média diária de 30 partos e cerca de 1100 por mês e as condições ora criadas, fruto da refuncionalização da sala de partos, oferecerão cuidados mais humanizados as mulheres que ali buscam assistência sanitária.

Nas obras, financiadas pelo Ministério moçambicano da Saúde (MISAU) em parceria com a Agência norte-americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e que tiveram várias fases desde a reabilitação geral do hospital, foi transformada e multicompartimentada a área do hospital que além de aumentar a capacidade da sala de parto foi também criado um berçário auxiliar.

“O que nós fizemos foi transformar um espaço já existente em compartimentos individualizados para melhor servir aquilo que é a filosofia de atendimento as parturientes”, disse o director, anotando que foi também uma unidade para cuidados intensivos.

A nova unidade, com 10 camas, segundo Jotamo Come, tem por objectivo assistir as crianças em estado de saúde grave para que não tenham de ser transferidas ao berçário principal, no quarto piso do hospital.

A governadora da Cidade de Maputo, Lucília Hama, que presidiu a cerimónia de refuncionalização da sala de parto do hospital, lançou um apelo aos Comités Comunitário de Saúde que trabalham com a unidade sanitária no sentido de educarem ainda mais as comunidades a protegerem a rapariga.

O apelo de Hama surge na sequência de o Hospital Geral José Macamo, que também serve a província de Maputo, estar a registar um crescente número de raparigas com 12 anos de idade a darem entrada naquela unidade sanitária vítimas de violência.

A rapariga, segundo a governadora, deve crescer em ambiente seguro e tornar-se mãe quando o momento chegar.

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