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Malária matou 248 pessoas em 2001

O director provincial de Saúde da província central da Zambézia, Alberto Baptista, afirma que cerca de 248 pessoas perderam a vida durante o ano passado, vítimas da malária, naquela região de Moçambique.

A fonte indica a degradação das condições ambientais nos bairros peri-urbanos como uma das principais razões para o aumento de mortes por malária durante o ano de 2011.

Segundo a edição do jornal “Noticias” desta Sexta-feira, estes dados foram revelados pelo director provincial de saúde da Zambézia, à margem do XXXII Conselho Coordenador, um evento que contou com a presença de médicos, directores distritais, bem como parceiros de cooperação.

Baptista aponta como medidas de combate à malária as campanhas de sensibilização e pulverização intra-domiciliária que actualmente cobrem oito distritos da Zambézia, nomeadamente, Quelimane, Nicoadala, Mocuba, Ile, Alto Molócuè, Maganja da Costa e Gilé, abrangendo cerca de dois milhões de habitantes.

“Os restantes onze distritos ainda não estão a ser cobertos pelas campanhas, o que levou o sector a decidir que no presente ano, o seu plano provincial de melhoria de higiene seja extensivo através de um programa de distribuição universal de redes mosquiteiras”, vincou Baptista.

Questionado sobre a eficiência das campanhas, Baptista explicou que as campanhas de sensibilização só não resolvem o problema da malária, elas devem ser complementadas com outras acções como limpeza comunitária, higiene colectiva, atitude perante as condições de reprodução do mosquito, que é o principal vector de transmissão de malária.

Foram construídos oito Centros de Saúde e alocados ambulâncias durante o período em referência. A fonte aponta como desafio a colocação de médicos nos postos administrativos para garantir qualidade de assistência aos cidadãos que residem nas zonas rurais.

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