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Mais de 70% de moçambicanos recorrem à medicina tradicional

Pouco mais de 70% da população moçambicana recorrem à medicina tradicional para o tratamento e/ou atenuar o impacto negativo de HIV/SIDA, malária e má nutrição, segundo resultados de um estudo patrocinado pelo Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (IIAM).

O estudo identificou cerca de 1500 espécies de plantas medicinais usadas pela população para garantir os seus cuidados primários de saúde e concluiu que “a flora é uma fonte inestimável de recursos para satisfação das necessidades primárias nas comunidades rurais, principalmente”.

No global, a pesquisa identificou cerca de seis mil espécies de plantas, 500 das quais são utilizadas para alimentação, de acordo ainda com o IIAM, instituição adstrita ao Ministério da Agricultura, realçando que o seu recurso contribui para se minimizar os efeitos da insegurança alimentar que, em 2010, afectou cerca de 456 mil pessoas.

“A maior parte da população moçambicana não tem capacidade para comprar produtos alimentares por sobreviver com o equivalente a menos de 1 dólar norte-americano por dia”, destaca ainda aquele documento produzido com vista a incentivar e promover uma maior utilização de plantas tradicionais no tratamento de doenças e combate à insegurança alimentar em Moçambique.

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