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Mais cidadãos nas celas por envolvimento em assaltos na província de Maputo

Seis cidadãos estão privados de liberdade em diferentes esquadras da província de Maputo, acusados de cometer assaltos em vários bairros do município da Matola, com maior incidência nos bairros da Liberdade, Bedene e Machava-Bunhiça.

Deste grupo, segundo a Polícia, quatro membros roubaram um carro com a matrícula AET 420 MP, no último domingo, no bairro da Liberdade. Para o afeito, eles recorreram a uma pistola, e não é a primeira vez que isso acontece.

Já os outros dois elementos foram encontrados momentos depois de assaltar uma casa no bairro de Bunhiça, no sábado (27) passado. No local, eles torturaram os ocupantes e apoderaram-se de dois telemóveis.

De acordo com a Polícia da República de Moçambique (PRM) naquele ponto do país, os visados fazem parte de uma quadrilha que aterroriza os munícipes. Para além de submeter as suas vítimas a torturas e agredi-las fisicamente, recorre a armas de fogo e instrumentos contundentes.

Sobre os indivíduos em causa, limitados a paredes da celas da 6ª e 9ª esquadras, pesam ainda os crimes roubo de viaturas e violação sexual de mulheres, inclusive na presença de seus familiares, dos quais crianças.

Segundo Emídio Mabunda, porta-voz da PRM na província de Maputo, os presumíveis meliantes faziam-se, sempre, transportar num carro com a matrícula HSF 870 MP, o qual já está nas mãos das autoridades.

As autoridades policiais suspeitam que o veículo em alusão tenha sido roubado e destinado a actos criminais. Emídio Mabunda acrescentou que, dos seis indivíduos, pelo menos dois dos detidos estiveram presos, no ano passado, acusados também de roubo de viaturas que mais tarde foram recuperadas em Inhambane.

Alguns integrantes da quadrilha em alusão assumiram os crimes de são acusados, mas os outros alegaram ser inocentes e, por isso, presos injustamente, ou seja, sem culpa expressa.

Aliás, Mabunda disse que há outro cidadão preso por posse de sete carimbos do Serviço Nacional de Migração, em Ressano Garcia, província de Maputo. Para os agentes da Lei e Ordem, o visado falsificava vistos de entrada de Moçambique para África do Sul.

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