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Liga Portuguesa: FC Porto perde na visita ao Marítimo

Um golo do brasileiro Derley, na conversão de uma grande penalidade, deu neste sábado uma vitória ao Marítimo na receção ao FC Porto, por 1-0, em jogo da 17.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Os comandados de Pedro Martins fizeram pela vida e partiram de forma declarada para o meio-campo adversário, perante um FC Porto algo apático e “amarrado” nos processos de transição. No primeiro lance de ataque, os “verde-rubros” reclamaram uma grande penalidade, logo aos três minutos, num lance disputado entre Alex Sandro e Derley que o árbitro, bem colocado, não sancionou.

Contudo, aos 13 minutos, o portista Danilo cometeu uma falta na área sobre Danilo Dias, mas neste caso o juiz não teve dúvidas, assinalando uma grande penalidade que Derley converteu.

A reação do tricampeão nacional foi ténue e pouco convincente, enquanto os madeirenses, galvanizados pela vantagem, criavam muitos problemas à defesa adversária.

À passagem da primeira meia hora, a equipa de Paulo Fonseca despertou para o jogo e criou alguns embaraços ao setor defensivo dos insulares, na maioria das vezes com Quaresma como protagonista.

Aos 43 minutos, os portistas ameaçaram, num cruzamento de Alex Sandro, com Jackson Martínez, a cabecear ao lado da baliza de Salin. Ainda antes do intervalo, os “dragões” reclamaram uma grande penalidade, em novo lance conduzido por Quaresma, que o árbitro não atendeu, mandando prosseguir o jogo.

O FC Porto regressou do intervalo, com outra disposição, sem alterações de posicionamento, mas imprimindo grande pressão sobre a defesa maritimista. Em dois lances de ataque, o FC Porto levou o pânico à baliza adversária, primeiro por Quaresma (56) e de seguida por Josué (58), que provocou duas soberbas intervenções a Salin.

O Marítimo nunca se encolheu face à pressão alta do adversário e cada vez que pôde desceu ao meio-campo contrário. Paulo Fonseca lançou Quintero retirando Defour, aos 62 minutos, mas a alteração não trouxe resultados práticos, numa altura em que o Marítimo passou a apostar no contra-ataque.

Aos 69 minutos, Derley tomou a iniciativa e, num remate de meia-distância, obrigou Helton a uma grande defesa. A ansiedade dos tricampeões nacionais tomou conta da equipa que procurava a todo o custo chegar à igualdade.

Só que, do outro lado, a defesa insular, muito concentrada, ia dando conta das investidas do adversário, assegurando o triunfo e a conquista dos três pontos.

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