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Lançada primeira pedra para a construção da fabrica de painéis solares

O Moçambique e a Índia estão a investir 10 milhões de dólares norte-americanos na edificação de uma fabrica de painéis solares, no parque industrial de Beluluane, distrito de Boane província de Maputo, Sul do país.

A primeira pedra marcando o arranque das obras que terão a duração de um ano, devendo estar concluídas até finais de 2010, foi lançada na quinta-feira, em Beluluane, pelo Ministro moçambicano da Energia, Salvador Namburete, tendo na ocasião anunciado que o empreendimento terá capacidade para produzir cinco Megawatts anuais. Na fase de construção, este empreendimento vai criar 700 postos indirectos de trabalho, efectivo que deverá baixar para 70 empregos directos quando entrar na fase de produção, incluindo 15 engenheiros a serem treinados na Índia, para a montagem de painéis solares.

Segundo o ministro, numa primeira fase, a metéria prima para a montagem dos painéis será importada da Índia e, depois do arranque, serão identificadas a nível interno as empresas do sector privado capazes de fabricar e fornecer algumas das componentes, como é o caso da componente metálica (aro), as baterias e a madeira, para reduzir os custos de produção.

O que se notou é que os painéis que estão a ser usados para a electrificação dos postos de saúde, escolas e outras instituições de interesse público são importados e o desfio era o de criar condições para que estes equipamentos passassem a ser produzidos internamente. Namburete disse que a iniciativa de edificação deste empreendimento surge no âmbito do cumprimento da estratégia governamental de combate a pobreza e criar condições para o desenvolvimento socioeconómico usando todos os recursos energéticos disponíveis, incluindo as energias renováveis.

“Dizemos que esta é a primeira fábrica, porque estamos conscientes de que com ela não podemos servir de forma óptima todo o Moçambique. Queremos que esta iniciativa seja replicada noutras partes do território nacional”, disse o ministro. Namburete afirmou ainda que a prioridade desta fábrica será a de abastecer o mercado nacional sem, portanto, abdicar das oportunidades de exportação que possam surgir, mas “a grande prioridade e que esta iniciativa contribua para o alargamento da rede de energia em Moçambique”.

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