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Itai Meque promete levar Secretário da OJM a barra da justiça

O assunto do professor que recebia salários sem dar aulas na escola Industrial e Comercial 1º de Maio em Quelimane, não está encerrado.

Cada dia que passa há novos capítulos e novas abordagens em volta do mesmo, cuja personagem principal é Momade Arnaldo Juízo, funcionário da direcção provincial das Pescas da Zambézia e Secretário Provincial da Organização da Juventude Moçambicana (OJM), uma organização do partido Frelimo.

Depois do director provincial da Educação e Cultura, José Luís Pereira ter aparecido a imprensa dizendo que vai usar os mecanismos legais existentes para sancionar o infractor, visto que está em causa o erário publico usado indevidamente.

Depois desta do director da Educação, na última terça-feira, portanto terça-feira do ano passado, numa entrevista balanço do executivo da Zambézia para o ano findo, o Governador Francisco Itai Meque, publicamente, perante os microfones da Rádio Moçambique na Zambézia, que o caso do professor Momade Juízo, este que não dava aulas mas recebia salários, não está encerrado e promete muito mais.

Itai assegurou quando questionado que medidas concretas o governo da Zambézia iria tomar em torno do assunto, que o caso será remetido a justiça para os devidos procedimentos, visto que por aquilo tudo que aconteceu, há material passível de crime, dai que conforme explicou o chefe do executivo da província, o professor poderá responder em juízo os actos cometidos.

Sem avançar datas, o Governador disse apenas que a maneira como o caso desenrolou, não pode ser perdoável, dai que conforme rezam as leis nada mais resta ao governo, neste caso o lesado, remeter o caso a justiça para devidos esclarecimentos.

A ser verdade esta intenção de Itai Meque em levar o número da OJM na Zambézia a barra da justiça, mostra claramente que há forca de vontade em ver a província crescer.

Porém, não são muitas vezes que numa província se leva um membro da Frelimo a justiça, embora este mesmo membro em muitas ocasiões viola a lei. Bem vinda a coragem e estamos atentos, porque estão em causas altas somas de dinheiro vindas do erário público.

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