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Guebuza acredita novos embaixadores

O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, recebeu, quarta-feira, em Maputo, as cartas credenciais dos embaixadores da Turquia, Gana, Sri Lanka e Kuwait, Aylin Tashan, James Naadjie, Dharmasena Wijesinghe e Abdullah Al-Sharhan respectivamente. Apenas a embaixadora da Turquia tem residência em Maputo.

O embaixador do Gana possui residência em Harare, capital zimbabweana, enquanto que do Sri Lanka e do Kuwait, ambos têm residência em Pretória, capital política da vizinha Africa do Sul.

Falando a imprensa minutos após a cerimónia, o ministro moçambicano dos negócios estrangeiros, Oldmiro Baloi, disse que, de um modo geral, a cooperação com os quatro países possui as mesmas características, decorrendo essencialmente nos fóruns internacionais, nomeadamente nas Nações Unidas na União Africana e Prosseguindo, Baloi disse acreditar que a cooperação poderá atingir novos patamares, pois a nomeação de novos embaixadores é sempre uma oportunidade para o relançamento do relacionamento político e económico.

“No caso da Turquia existe uma tímida incursão no domínio da educação, através da concessão de oito bolsas de estudo”, disse Baloi, para de seguida explicar que abrem-se novas perspectivas devido ao potencial daquele país que, nos últimos anos, ganhou muita visibilidade, dinamismo e vigor.

Por isso, disse Baloi, hoje a Turquia é um país muito respeitado no mundo inteiro, razão pela qual existem boas perspectivas para que a cooperação cresça muito rapidamente.

“Prevemos que as áreas da educação saúde possam ganhar corpo muito rapidamente”, disse o ministro. Enquanto isso, a cooperação com o Gana deverá incidir essencialmente no domínio da educação e investimentos.

No caso do Sri Lanka, Baloi reconhece que ainda existe um longo caminho por percorrer, “mas há indicações de que existe vontade a nível de investimento”.

Aliás, Moçambique poderá aproveitar a experiência do empreendedorismo do Sri Lanka. Com relação ao Kuwait, disse o ministro, Moçambique já teve uma cooperação sólida com aquele país asiático através do Kuwait Fund, no domínio de estradas, sistemas de abastecimento de água, infraestruturas.

Infelizmente, disse Baloi, o programa terminou porque faltou dinamismo e proactividade suficiente para retomar e renovar o programa. “Portanto, esta é uma oportunidade para, através dessa via, voltarmos a cooperar vigorosamente com o Kuwait”, concluiu.

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