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PRM deve priorizar participação popular – Guebuza

O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, disse, quarta-feira, em Maputo, que a Polícia da República de Moçambique (PRM) deve priorizar a participação popular para a garantia da manutenção da lei, ordem e tranquilidade públicas.

“Reafirmamos que a participação popular deve continuar a ser uma prioridade na corporação da PRM, o nosso maravilhoso povo tem muita estima pela polícia”, disse Guebuza, falando durante a cerimónia de tomada de posse do novo vice-comandante geral da PRM, Jaime Basílio Monteiro.

Para sustentar os seus argumentos, Guebuza disse que, durante os comícios organizados no contexto da Presidência Aberta e Inclusiva, vezes sem conta, os cidadãos pedem a palavra para apelarem para a melhoria das condições de trabalho da PRM.

Segundo Guebuza, esta atitude demonstra a sua empatia para com a polícia e uma predisposição para darem o seu melhor nesta parceria em prol da lei, ordem e tranquilidade públicas.

Falando a imprensa minutos após o término do evento, Monteiro disse que uma das suas prioridades será a cristalização do relacionamento entre a PRM e as comunidades “que é a fonte a partir da qual as medidas preventivas ganham corpo bem como as medidas de natureza repressiva”.

Questionado sobre as medidas de protecção para os denunciantes, que muitas vezes se queixam de falta de segurança, Montei ro reconheceu que ainda persistem alguns focos de insegurança.

“Mas estamos convencidos que a curto tempo vamos melhorar a nossa prestação nesta componente e melhorar igualmente o sentimento de segurança das comunidades”.

Na ocasião, Monteiro apontou a motivação do Homem-polícia com outra das suas prioridades. “Não é só a direcção da polícia, mas também a sociedade em geral que se esforça para melhorar a motivação do Homem-polícia”, vincou.

Sobre a corrupção no seio da polícia, Monteiro assevera que existem esforços em curso para erradicar o mal e que já estão a produzir resultados interessantes.

“Não há dúvidas que precisamos de melhorar esta componente de combate ao fenómeno. O problema da corrupção é complexo e deve ser combatido em função da sua complexidade. Participaram no evento membros do governo moçambicano, o comandante geral da PRM, e membros do Conselho Consultivo do Ministério do Interior.

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