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Governo quer Marinha de Guerra a altura de combater a pirataria

O Governo moçambicano está a desenvolver esforços visando a formação profissional e apetrechamento em meios com a finalidade de colocar a Marinha de Guerra a altura dos desafios resultantes das novas ameaças como a pirataria e tráfico marítimo.

O facto foi revelado pelo Ministro da Defesa Nacional, Filipe Nyusi, Sábado último, no encerramento de curso de formação de Praças, da Marinha de Guerra, no distrito Ka Tembe, na cidade de Maputo.

Nyusi disse pretender-se com a formação prevenir e não remediar qualquer tipo de problema produto de violação das águas costeiras e do território.

O governante vincou que o que se pretende e’ que em cada metro das águas territoriais haja capacidade interventiva da Marinha de Guerra de Moçambique, destacando que, nesta frente, o Ministério da Defesa Nacional (MDN) conta com a inteligência, imaginação e esforço de todos os oficiais, sargentos e praças das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM).

A longa extensão da costa marítima moçambicana, que serve de porta de entrada de pessoas e bens para mais de cinco países do “interland”, associada a abundância de diversificados recursos hídricos, segundo Nyussi, torna apetecível a muitos e coloca sobre os ombros da Marinha de Guerra uma responsabilidade acrescida.

“Com a reestruturação que estamos a efectuar, pretende-se dar uma nova dinâmica e ao mesmo tempo que procuramos melhorar as condições de trabalho em termos de infra-estruturas e meios”, disse o Ministro.

Neste sentido, segundo a fonte, uma aparente insegurança marítima na costa não só coloca em causa a população e a economia moçambicana, mas de toda a região da África Austral.

“É com base nesta visão que sempre procuramos desenvolver acções de cooperação ao nível da região da SADC na fiscalização marítima. Como sinal mais recente desta cooperação, é o Memorando de Patrulhamento Marítimo conjunto celebrado com a Marinha de Guerra da África do Sul”, disse Nyusi.

O Ministro da Defesa recomendou aos finalistas, no exercício da sua missão, a aprofundarem os valores da Unidade Nacional e consolidarem o espírito patriótico e valores de obediência, competência e responsabilidade individual e colectiva.

“Numa só palavra, nas Forças Armadas os cidadãos moçambicanos tornam-se braço forte e amigo de cada cidadão” disse Nyussi, avançando que estes valores remetem a um esforço incessante de busca de oportunidades de formação e crescimento da Marinha de Guerra de Moçambique, quer a partir dos recursos internos, quer a partir dos parceiros de cooperação.

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