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Governo prepara novas licenças para pesquisa de carvão e hidrocarbonetos

O Governo moçambicano, através do Ministério dos Recursos Minerais, está a preparar a abertura de novos blocos na Bacia do Rovuma, no norte de Moçambique, para concessionar a empresas interessadas a fazer pesquisa e prospecção de hidrocarbonetos.

Paralelamente, o executivo está a verificar se ainda existem áreas disponíveis na província centro-norte de Tete para licenciar para a pesquisa de carvão.

Estas informações foram reveladas aos jornalistas moçambicanos em Londres, Reino Unido, pela Ministra dos Recursos Minerais, Esperança Bias, que acompanhava a vista oficial do Presidente da República, Armando Guebuza, àquele país europeu.

De acordo com a ministra, este trabalho visa dar resposta ao cada vez crescente interesse das empresas minerais de pesquisar e explorar recursos do país.

“Há muito interesse em conseguir uma licença no país. No carvão, neste momento, estamos a trabalhar para verificar se há áreas disponíveis em Tete.

O licenciamento é um processo dinâmico, portanto temos que ver se a empresa cumpre com o que está previsto no contrato, e se estiver a cumprir continua com o seu trabalho, caso não revoga-se a licença e abre-se oportunidade para novas atribuições”, explicou.

Bias acrescentou que “estamos a trabalhar no sentido de atribuir novas licenças para o carvão e nas zonas com muita pressão vai haver concurso público. Nos hidrocarbonetos, alguns blocos serão abertos. Vamos lançar concurso público para a sua concessão”.

A ministra frisou que “o Governo privilegia o concurso público para o carvão e hidrocarbonetos”.

No ano passado foram reveladas informações dando conta de que Niassa possuía grandes quantidades de carvão mineral térmico, concretamente na Bacia de Maniamba, na vila de Metangula, distrito do Lago.

Nesta zona do país, sete companhias foram licenciadas para desenvolverem actividades de pesquisa e prospecção de carvão.

Segundo a ministra, algumas empresas já termiram a primeira fase da pesquisa estando a fazer a avaliação dos resultados. Assim, os resultados deverão ser conhecidos no início do próximo ano.

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