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“G-12” apela governo a travar criação de “Células” na função pública

Algumas forças políticas da oposição sem assentos na Assembleia da República (AR), o Parlamento moçambicano, pedem ao Governo para impedir a criação de células partidárias no Aparelho do Estado.

Este apelo surge em resposta às recentes declarações do secretário-geral da Frelimo, partido no poder em Moçambique, Filipe Paúnde, em que reconhece haver células deste partido nas instituições públicas e revelou que novas células serão criadas. Num encontro com o Primeiro-Ministro, Aires Ali, hoje, em Maputo, o presidente da coligação “G-12”, Francisco Campira, disse ser “irracional e inaceitável” num estado de direito e democrático se criar células de partidos políticos nas instituições públicas.

O “G-12” é uma coligação constituída por 10 partidos políticos, nomeadamente PASOMO, PAREDE, PNDM, CDU, PACODE, UDF, PARTONAMO, PLDM, PSDM, PEMO. Para o presidente do “G-12”, as acções políticas devem ser desenvolvidas nas sedes dos partidos políticos. “Nós protestamos contra a criação de células de partidos políticos nas instituições do Estado porque vai criar divergência, ócio e retrocesso no Aparelho do Estado.

Se isso acontecer teremos situações em que uns vão trabalhar e outros não por medo e sobretudo pelas perseguições”, defendeu. “Nós pedimos Senhor Primeiro-Ministro que o Governo trave a criação das células dos partidos políticos no Aparelho do Estado”, apelou Campira.

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