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FRELIMO satisfeita com sua campanha

A Frelimo considera que a sua campanha rumo às eleições gerais e provinciais do próximo dia 28 está a decorrer as “mil maravilhas”, havendo fortes probabilidades deste partido no poder sagrar-se vencedora desta corrida eleitoral. “A população demonstrou o seu elevado nível de consciência e maturidade politica ao depositar o seu voto de confiança no melhor partido, a Frelimo, e no melhor candidato presidencial, Armando Guebuza”, disse o Secretário do Comité Central da Frelimo para a Propaganda e Mobilização, falando na segunda-feira, em Maputo, à imprensa sobre a campanha eleitoral que termina dentro de 15 dias.

O Gabinete Central das Eleições da Frelimo, chefiado pelo Secretário-geral do partido, Filipe Paúnde, reuniu-se na segunda-feira em Maputo para fazer o balanço do meio-termo da campanha eleitoral. Macuacua considera que as populações prometem votar na Frelimo porque este é “o partido das realizações, da unidade nacional, da independência, da paz e do progresso, e que apresenta o melhor manifesto assente na consolidação da unidade nacional, combate a pobreza e a promoção da cultura de trabalho, promoção da boa governação e cultura de prestação de contas, reforço da soberania nacional e reforço da cooperação internacional”.

A Frelimo considera que, de forma geral, a presente campanha eleitoral está a decorrer de forma pacífica e ordeira, sendo, aliás, segundo a fonte, o processo “mais pacífico da história das eleições multipartidárias em Moçambique”. Contudo, Macuacua minimizou os pequenos focos de violência eleitoral que tem ocorrido um pouco por todo o país, alguns dos quais promovidos ou que envolvem apoiantes do seu partido.

Ele argumentou que os outros partidos (da oposição) “têm planeado situações possíveis de resultar em conflitos ou em cenas de violências para depois aparecerem na imprensa como vítimas dos actos por eles preparados”. “Todos nós sabemos que essa é uma táctica de autovitimização utilizada pela oposição face a presumível vitória retumbante da Frelimo e seu candidato nas próximas eleições”, referiu.

Horas antes do início da campanha (13 de Setembro passado), supostos apoiantes da Frelimo em Chókwè, província sulista de Gaza, vandalizaram e saquearam os escritórios do Movimento Democrático de Moçambique naquela cidade, numa cena de violência que também resultou no ferimento de alguns membros desta força política extra-parlamentar.

A Frelimo prometeu investigar o caso, e, na mesma altura, teceu duras criticas aos responsáveis por esta infracção, independentemente da sua filiação partidária. Questionado na segunda-feira sobre os resultados dessa investigação, Macuacua disse não poder comentar sobre o assunto, sob o risco de interferir no processo judicial ora em curso sobre esta matéria.

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