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Frelimo e MDM legitimam o seu domínio na CNE

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) e a Frelimo consideram legítimo que a Comissão Nacional das Eleições (CNE) seja constituída maioritariamente por partidos políticos em detrimento da sociedade civil.

Estas posições foi manifestada na última segunda-feira (18), em Maputo, durante a apresentação do calendário das eleições autárquicas. Segundo argumentou o porta-voz do Gabinete Central de Eleições do MDM, José de Sousa, “as eleições são de interesse dos partidos políticos”, por conseguinte, “a maioria dos membros da CNE deve ser provir dos partidos”.

Embora não apresente argumentos, Sousa é de opinião de que “ainda não é tempo de termos, em Moçambique, uma CNE completamente despartidarizada”.

Por sua vez, o chefe do Departamento da Organização da Frelimo, Morais Mabwaka, esquivando-se um pouco da questão colocada sobre a visão do seu partido em relação à possível partidarização CNE, diz que “o importante é seguir a Lei.” “Se a Lei diz que o sociedade civil deve ser representada por três pessoas, então que sejam esses a representar”, justifica.

Para Morais, mais do que olhar de forma crítica para a constituição da CNE, que é ditado por lei, o que deve ser feito é encontrar pessoas que possam dar melhor representatividade da sociedade civil na CNE. “Devemos orgulhar-nos da sociedade civil que nós temos, e não critica-la”, concluiu.

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