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Fibras naturais moçambicanas exportadas para EUA e Europa

As fibras de sisal, palmeiras, bananeiras, coqueiro e algodão deverão ser exportadas, a partir de 2011, para Estados Unidos da América (EUA) e Europa, apurou, esta terça-feira, o Correio da manhã de fonte competente do Secretariado da Commonweath (Comunidade Britânica), em Maputo.

 

 

Os preparativos da operação estão orçados em cerca de 100 mil libras estrelinas, aproximadamente, 5,3 milhões de meticais, a serem desembolsados por aquela organização de que Moçambique é membro de pleno direito, devendo arrancar, em Fevereiro de 2011, um trabalho de inventariação das potencialidades disponíveis de fibras naturais no país.

Elas serão exportadas a partir das províncias sulistas de Maputo, Gaza, Inhambane e Manica (Centro), de acordo com Watipaso Mkandawire, consultor do secretariado da Commonwealth, que está em Moçambique com o propósito de lançar o projecto, visto “em dantes as fibras naturais que podem ser de uso sustentável pelos produtores”.

A implementação da iniciativa estará a cargo do Centro de Estudos e Desenvolvimento de Artesanato (CEDARTE), segundo a respectiva directora da área de Marketing e Inovação, Chila Smith Lino, ajuntando que o levantamento das potencialidades deverá culminar com a elaboração de um compêndio contendo toda a gama de informação sobre o potencial de Moçambique em fibras naturais.

As fibras naturais são usadas nas indústrias têxtil, de mobiliário, cerâmica, artesanato, tintas e papel. Mkandawire e Lino falavam, esta terça-feira, em Maputo, durante um seminário consultivo sobre as potencialidades de Moçambique em fibras naturais.

A Zâmbia é outro país membro da Commonweath a desenvolver um projecto do género, em data ainda por determinar, segundo ainda Mkandawire.

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