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Escola privada Malumusse volta a gerar polémica

A Escola Privada Malimusse, do segundo ciclo, na cidade de Nampula, que em 2004, originou fortes contradições entre o sector da Educação e o respectivo proprietário, por aquele estabelecimento de ensino funcionar ilegalmente, voltou este ano a gerar polémica entre o referido sector e o proprietário.

É que, o sector de educação, a nível da cidade de Nampula, diz que a escola voltou a funcionar este ano sem que tenha documentos legais para o efeito. Enquanto que o proprietário contra-ataca, acusando os responsáveis da Educação de má fé porque, alegadamente, ele possui certificado que autoriza o funcionamento da sua escola e que eles sabem da legalidade desse documento. Entretanto, por considerar que o proprietário da referida escola é um renitente assumido, a direcção de Educação, na cidade de Nampula, promete trabalhar, desta vez, com maior seriedade e responsabilidade com vista a combater, sem tréguas, as ilegalidades que sempre acontecem e aconteceram naquela escola.

Não há clareza sobre a legalidade do funcionamento daquela escola. Sendo assim, nós agora tomamos uma decisão séria, que é de encerrar definitivamente a escola. Nós mantemos a nossa posição de que ela é ilegal, porque o seu proprietário nunca nos apresentou o certificado que autoriza o funcionamento da escola em causa, disse, visivelmente agastado, Augusto Tauancha, director de Educação da cidade de Nampula. Num outro desenvolvimento, Tauancha disse que, para a concretização da medida, vai haver uma coordenação entre as direcções da urbe e provincial de Educação, que, aparentemente, não tem havido em relação ao problema de “Malimusse”.

Contudo, o proprietário da referida escola disse quie ela vai continuar a funcionar. Todos os responsáveis da Educação, quer a nível provincial, quer a nível da cidade de Nampula têm conhecimento de que a minha escola está a funcionar legalmente. O problema é que eles sempre quiseram prejudicar- me. Aliás, eu poderia agora telefonar para o Ministério para lhes desmentir, porque lá sabem também que o meu estabelecimento é legal, disse Malimusse à nossa Reportagem, quando o contactámos telefonicamente para reagir sobre a acusação que pesa sobre si.

A nossa Reportagem deslocou-se, ainda, ás instalações daquele estabelecimento de ensino, onde foi informada de que, enquanto não houver um documento válido, vindo das direcções de Educação da cidade de Nampula, as aulas iriam prosseguir, tanto é que, como está dito, ela não infringiu nenhuma lei desde que começou a funcionar há bastante tempo.

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